Ah! Que ambivalencia...a mente briga com o coração e a poetisa voa sobre mares revoltos...ora azuis, ora negros...mares de tempestades antigas, quando ondas não eram amigas, e me tiravam do prumo, deixando-me a deriva, perdida...sem mim.
Hoje senti um vento quente vindo do sertão da minha alma, onde antes se fazia minha calma, meu amornar de sentir...
E sorri! ao sentir a taquicardia de apenas ler um nome e sabe-lo tanto...
Vaguei por anos passados, senti perfumes e calafrios,cheiros, gostos e mais...
sou só sentir nesta hora, que mesmo vinda de uma madrugada fria, me sinto quente e a queimar.
Incrível como as coisas não mudam, aparentes túmulos ressurgem em meio ao este meu mar, e vejo verdes a toda hora, sinto aquele abraço na aurora de meu ultimo suspiro a versar...
O amor é de fato magico, e cupido é um brincalhão criança...aprendendo ainda a flechar...mas se acerta, é definitivo, é eterno mesmo que bandido...por isso sempre vou te amar!
Márcia Poesia de Sá
sábado, 5 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
.
Permite?
Que te leve comigo aonde for? que te toque sempre que desejar...
caminhando a frente e atras de ti...indo, vindo assim...?
Lentamente te consumindo e permitindo que gota a gota faças parte de mim...?
procurar aquela fala que mais me cala...e ouvi-la novamente...
nova mente...ah! Deixa...me deixa te abraçar?...e levar-te
para perto do mar...onde ficaremos nós, só nós...tantos nois...
hum! amaria isto...ler-te a sós.
Nesta imensidão que és, me perco...me acho, lendo e relendo
em nuvens de vento...a frase que queria real...
Abstrato, substrato... que virá...
após a próxima pagina.
Márcia Poesia de Sá
Permite?
Que te leve comigo aonde for? que te toque sempre que desejar...
caminhando a frente e atras de ti...indo, vindo assim...?
Lentamente te consumindo e permitindo que gota a gota faças parte de mim...?
procurar aquela fala que mais me cala...e ouvi-la novamente...
nova mente...ah! Deixa...me deixa te abraçar?...e levar-te
para perto do mar...onde ficaremos nós, só nós...tantos nois...
hum! amaria isto...ler-te a sós.
Nesta imensidão que és, me perco...me acho, lendo e relendo
em nuvens de vento...a frase que queria real...
Abstrato, substrato... que virá...
após a próxima pagina.
Márcia Poesia de Sá
Sutilezas...
O olhar quase em silencio, observa as paginas que me decompões com calma...um sorriso aqui, outro ali...ficamos por horas assim um lendo a alma do outro em linhas que nem sempre seguem qualquer coerencia, elas apenas saltam aos olhos e pedem um olhar mais profundo...um dedilhar de frases...um leve saborear de palavras ...tantas palavras ja abraçamos juntos enquanto a madrugada faz sinal de silencio aos outros sons possiveis...e os relogios param ao ver este abraço e como um milagre as horas passam lentas...as vezes num segundo, sessenta suspiros, dez lagrimas de emoção...eu e você juntos...um poema da em nossas mãos! E um sonho...
Construir um castelo de nuvens, a beira de um mar azul...onde voem gaivotas e linhas de uma linda estória de amor...onde poetas decompoêm o verso triste e dão as rimas um novo tom...com pinceladas de esperança...escrevem o titulo do mais belo poema visto!...
Poetas amam em silencio! embora bradem seus amores, musas e silencios, ocos, nós e lamentos...apenas o poeta sabe...de seu eu lirico, que gota é real...e que lágrima é fantasia...as vezes...nem ele proprio consegue definir...E assim sendo, cria, ama, chora...mas sempre......escreve!
Márcia Poesia de Sá
O olhar quase em silencio, observa as paginas que me decompões com calma...um sorriso aqui, outro ali...ficamos por horas assim um lendo a alma do outro em linhas que nem sempre seguem qualquer coerencia, elas apenas saltam aos olhos e pedem um olhar mais profundo...um dedilhar de frases...um leve saborear de palavras ...tantas palavras ja abraçamos juntos enquanto a madrugada faz sinal de silencio aos outros sons possiveis...e os relogios param ao ver este abraço e como um milagre as horas passam lentas...as vezes num segundo, sessenta suspiros, dez lagrimas de emoção...eu e você juntos...um poema da em nossas mãos! E um sonho...
Construir um castelo de nuvens, a beira de um mar azul...onde voem gaivotas e linhas de uma linda estória de amor...onde poetas decompoêm o verso triste e dão as rimas um novo tom...com pinceladas de esperança...escrevem o titulo do mais belo poema visto!...
Poetas amam em silencio! embora bradem seus amores, musas e silencios, ocos, nós e lamentos...apenas o poeta sabe...de seu eu lirico, que gota é real...e que lágrima é fantasia...as vezes...nem ele proprio consegue definir...E assim sendo, cria, ama, chora...mas sempre......escreve!
Márcia Poesia de Sá

Esta poesia não é minha,
mas de uma querida amiga e brilhante poetisa...
queria realmente ter escrito isto...
Parabéns...pelo sentir Kindinha,
sinto igual!
POESIA AMANTE
A poesia, arte da sedução
Te obsedia, te comprime
Os ares, até quase sufocares
A poesia, perfeita amante
Se vangloria, se define
Em suspirares, no azul dos mares
A poesia, arte da Criação
Te sujeita, te satisfaz
Os pulsares, até quase desmaiares
A poesia, perfeito diamante
Se deleita, se compraz
Em cantares, no prazer dos rimares
Anorkinda
POESIA AMANTE
A poesia, arte da sedução
Te obsedia, te comprime
Os ares, até quase sufocares
A poesia, perfeita amante
Se vangloria, se define
Em suspirares, no azul dos mares
A poesia, arte da Criação
Te sujeita, te satisfaz
Os pulsares, até quase desmaiares
A poesia, perfeito diamante
Se deleita, se compraz
Em cantares, no prazer dos rimares
Anorkinda
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Tiro de rosas...
Capsulas de petalas
tão necessarias a esta sociedade
decrepta...que necessita aromas novos
perfumes de paz, perdão e sinceridade!
Quizera o amor poder
vencer todas as guerras
trocar canhões por perdões...
e raiva por compreensão
Queria que os homens
reencontrassem suas almas
e um abraço terno
brotasse deste encontro
Queria o planeta como um só
dado as mãos...um só povo!
animais, vegetais...nós
Queria que ao invez de atomica
tivessemos criado uma bomba
de petalas de flor
...de perdão de amor...
e que após deflagrada
tivesse como efeito colateral
uma epidemia de compaixão
Uma rosa em cada canhão
para cada soldado em forma de anjo
na batalha da conciência cósmica universal
Queria a terra cheirando a flor
mas não em semiterios de dor
mas em puros jardins de olor
e os olhos das crianças
não vissem mais a lágrima
a não ser emocionada...
Quero um tiro assim
na conciência de mim
em um puro jasmim
na emoção de todos
Márcia Poesia de Sá
Capsulas de petalas
tão necessarias a esta sociedade
decrepta...que necessita aromas novos
perfumes de paz, perdão e sinceridade!
Quizera o amor poder
vencer todas as guerras
trocar canhões por perdões...
e raiva por compreensão
Queria que os homens
reencontrassem suas almas
e um abraço terno
brotasse deste encontro
Queria o planeta como um só
dado as mãos...um só povo!
animais, vegetais...nós
Queria que ao invez de atomica
tivessemos criado uma bomba
de petalas de flor
...de perdão de amor...
e que após deflagrada
tivesse como efeito colateral
uma epidemia de compaixão
Uma rosa em cada canhão
para cada soldado em forma de anjo
na batalha da conciência cósmica universal
Queria a terra cheirando a flor
mas não em semiterios de dor
mas em puros jardins de olor
e os olhos das crianças
não vissem mais a lágrima
a não ser emocionada...
Quero um tiro assim
na conciência de mim
em um puro jasmim
na emoção de todos
Márcia Poesia de Sá

Peregrino de mim
Busco-me e adentro em vazios
o eco d'alma escandaliza-me
Retiro-me imaginando estar fora
O alardear de horas em que me cego
Corro-me, como se corresse em escaladas
e dos anos não vejo nada, só um ar quente
de janelas fechadas...e nada de mim ha lá
Leio e releio-me em biblias vazias de linhas
palavras carcumidas pelos séculos tantos
sussurro mantras...e rogo a lua que me desnude
a pele branca daquela rua onde escrvi meu nome
Saio entrando em curvas e linhas, rodopio!
pintando verdes as arvorezinhas, arrepio...
que me recolhem em minhas noites gélidas
Me busco, pensando buscar-te
querendo nomear um Deus...quando ja nem sei
Se nomes são de fato reais...nesta busca
onde a unica estrada que existe..
não segue, mas volta!
Para dentro deste ser que grita ser
peregrino de si mesmo!
Márcia Poesia de Sá - 01/09/2009

Tento...atenta...disperso
Ha um clarão na brancura da lua
um corremão na estátua da rua
Sinto-me tua, sendo imensidão
contida, reclusa...em tua mão
Vago correndo por entre linhas
sozinhas, seres desta folha
como uma bolha, inexisto
Insisto, subo...explodo
gotejo, molho...evaporo
Algo ilumina a madrugada
numa lua que se abre e se fecha
como flexa de anjo querubim
E em mim? algo tremula
escassea-se, secura...
da lingua que cala
o grito da alma em povorosa!
Nervosa! feliz, medrosa
sucumbo em meu proprio abismo
e arrisco um sorriso
antes do ponto.
Márcia Poesia de Sá
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